Visita de Estudo ao Porto de Aveiro e cidade de Aveiro (“Rota da Arte Nova”)
No dia 1 de abril, 39 alunos das turmas (A e C) do 11º ano dos Cursos Científico-Humanísticos (Línguas e Humanidades e Ciências e Tecnologias), da Escola Secundária Dr. Bernardino Machado (Agrupamento de Escolas Figueira Mar), participaram numa visita de estudo de cariz interdisciplinar, que articulou sobretudo aspetos dos currículos das disciplinas de Geografia A e História A.
De manhã, a visita desenrolou-se em torno do conhecimento mais detalhado do Porto de Aveiro. Inicialmente, foi propiciada, na sala de reuniões da Administração Portuária, uma breve apresentação sobre aspetos diversos desta plataforma logística: o seu enquadramento geográfico, zonamento interior e respetivas atividades desenvolvidas, evolução recente dos movimentos e tipologias de carga, informação geográfica e logística, entre outros. Posteriormente, percorremos, de autocarro e com orientação de um especialista, os diferentes terminais portuários, cobrindo praticamente todas as zonas do Porto de Aveiro.
À tarde, realizou-se um circuito pedonal pelo «centro histórico» de Aveiro, subordinado à temática “Rota da Arte Nova”, orientado por uma técnica especialista do «Museu de Arte Nova», entidade que está vinculada à Divisão de Cultura e Turismo da Câmara Municipal de Aveiro. Neste percurso, houve a oportunidade de conhecer o período delicado e sedutor da arte arquitetónica do início do século XX, através da interpretação de edifícios e monumentos e a explicação detalhada das respetivas características identificadoras.
Assim, na última segunda-feira de aulas do segundo período deste ano letivo, os alunos das «ciências» e das «humanidades» saíram do espaço-escola para aprender e compreender a Geografia, a História, o Urbanismo, a Arte e a Cultura do seu país. Tiveram também, num só dia, a oportunidade de contactar com o desenvolvimento recente da Economia, dos Transportes e da Logística regional/nacional, ou ainda de conviver e interagir com os atores e os acontecimentos do presente, nos “lugares do passado”, aspetos que serão certamente marcantes na construção da sua identidade, do exercício futuro de uma cidadania participativa.