"Palco à Leitura" no Agrupamento de Escolas Figueira Mar
Entre os dias 23 e 27 de março, o Agrupamento de Escolas Figueira Mar (AEFM) deu "Palco à Leitura", no âmbito da comemoração da Semana da Leitura 2026. A iniciativa promoveu um encontro único entre a literatura, a música, o teatro e as artes plásticas.
O grande destaque do programa foi a atividade "Palco à leitura", realizado nos dias 24 e 25 de março, levando alunos, professores e demais elementos da comunidade educativa da Escola Infante D. Pedro e da Escola Secundária Dr. Bernardino Machado, ao recinto exterior, para sessões de leitura partilhada num palco preparado para o efeito.
A biblioteca escolar acolheu, também, a iniciativa “Palavras com cor”, onde os artistas Ana Barão e Paulo Simões criaram obras ao vivo, cruzando a literatura com a pintura e a ilustração.
Para o Pré-escolar e 1.º Ciclo, o dia 26 de março foi marcado pela apresentação do livro "O Planeta Limpo do Filipe Pinto", unindo a leitura e a música à sensibilização ambiental.
A figura maior da língua portuguesa não foi esquecida, pois os alunos do 11.º C homenagearam o grande poeta com o espetáculo "Poemas vivos de Camões", uma performance de excelência que aliou dramatização e música, cativando o público.
A encerrar esta iniciativa, alguns alunos participaram, ainda, na 2.ª fase do Concurso Concelhio de Leitura, no Auditório Madalena Biscaia de Azeredo Perdigão. É de sublinhar o empenho de todos, com especial reconhecimento para as alunas, Beatriz Campo Grande, do 6.º C, que alcançou o 1.º lugar entre os concorrentes do 2.º CEB e Patrícia Almeida, do 12.º A, que obteve o 2.º lugar entre os concorrentes do ensino secundário. Foram, também, distinguidos com menções honrosas: Mariana Cardoso, do 5.º A, Guilherme Gonçalves, do 5.º B, Tiago De Block, do 7.º B, e Eduarda Santos, do 11.ºA.
A «Semana da Leitura 2026», organizada pela Biblioteca Escolar, contou com vários apoios: Junta de Freguesia de Buarcos, Plano Nacional das Artes, Clube Floresta + Verde, Escola Azul e alunos do 11.º G. A dinâmica desenvolvida a par do talento demonstrado pelos alunos, reafirma o papel do AEFM como um espaço de cultura viva, no qual a leitura ganha voz, cor e, acima de tudo, o palco que merece.







































