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1713438880003 CustomA Escola Infante D. Pedro deu Voz às Liberdades de Abril

 

No âmbito da comemoração dos “50 anos do 25 de abril”, dinamizou-se, no dia 18 de abril, a atividade “Dar voz às liberdades de abril”, proposta pela componente curricular de Cidadania e Desenvolvimento, em colaboração com as disciplinas de História e Português, o Plano Nacional das Artes, o Plano Nacional do Cinema e a biblioteca escolar.

Participaram na iniciativa a turma B, do 8.º ano, e as turmas do 9.º, da Escola Infante D. Pedro (Agrupamento de Escolas Figueira Mar). Fomos ainda agraciados com a presença do Dr. José Iglésias, que apresentou o seu testemunho como ativista e defensor dos ideais de abril e como vítima de repressão por parte do regime político vigente.

Após a sua primeira intervenção, deu-se início a uma interessante troca de impressões, orientada pela professora bibliotecária, Rosa Nicolau.

Os alunos, que, previamente, tinham refletido acerca da temática da liberdade, em sala de aula, com o apoio/contributo de alguns dos seus professores, manifestaram as suas opiniões de forma sustentada e com assertividade.

É de realçar também a atenção e o interesse manifestados pelas turmas que assistiram (7.º B e 9º A), bem como por todos os outros elementos da comunidade escolar presentes.

Assim, a atividade atingiu plenamente os objetivos definidos: contribuir para a consciencialização da comunidade escolar acerca dos valores da liberdade e da democracia e para o desenvolvimento de um pensamento ético e crítico, proporcionando ainda o desenvolvimento de competências de compreensão e expressão orais e escritas.

Foram várias as questões abordadas/discutidas: «O que é a liberdade?»; «Somos plenamente livres?»; «O que falta para sermos verdadeiramente livres?»; «O que nos trouxe o 25 de abril, no que diz respeito à liberdade?», «Como imaginam a vida sem liberdade?»; e «O que seriam capazes de fazer para viver em liberdade?».

A mensagem primordial que o nosso convidado, Dr. José Iglésias, quis deixar aos presentes, a título de resposta à última pergunta formulada, foi a seguinte: face à conjuntura atual, é imprescindível que todos questionem o que lhes é apresentado e tenham uma atitude interventiva, sustentada no conhecimento, que deve estar assente na leitura. Fez ainda um último apelo: «Não deixem que sejam os outros a decidir por nós.»

A todos os que participaram e colaboraram nesta iniciativa deixamos os nossos agradecimentos.

 

Agrupamento de Escolas Figueira Mar