Jardins de Infância de Buarcos e de Vila Verde assinalaram os 50 anos do 25 de Abril
A identidade de um povo assenta na sua história e Portugal orgulha-se dos seus feitos revolucionários que, hoje, nos permitem viver numa sociedade onde imperam os valores democráticos.
Nunca é demais relembrar aos “crescidos” e ensinar aos mais pequenos, a importância do 25 de abril e os sentimentos de injustiça, tristeza e desigualdade que levaram, há 50 anos atrás, à Revolução dos Cravos.
O que é o 25 de Abril? Porque é que os soldados meteram cravos na ponta da espingarda? Porque é que os adultos estão sempre a dizer que no seu tempo não era assim?
Estas são algumas das perguntas que os mais pequenos nos fazem. Assim sendo e, de forma a ir ao encontro destas dúvidas/curiosidades, os docentes de educação especial do Jardim de Infância de Buarcos (Agrupamento de Escolas Figueira Mar), com a colaboração dos restantes docentes, tanto do JI de Buarcos, como do Centro Escolar de Vila Verde, planificaram uma série de atividades lúdico-pedagógicas, que tinham por objetivo esclarecer os petizes.
Neste rol de atividades destacamos a colaboração das famílias na elaboração do painel coletivo “Liberdade é…” e a visita da escritora Ana Cristina Luz, que nos presenteou com algumas histórias, assim como apresentou o livro infantil “FESTA DOS CRAVOS”.
No Jardim de Infância de Buarcos, ouvimos as canções que tão importantes foram no desencadear da revolução, dramatizámos situações que nos fizeram recuar no tempo e demos largas à imaginação com as atividades de expressão plástica.
No centro escolar de Vila Verde, Ana Cristina Luz visitou as crianças do Pré-Escolar e em seguida desenvolveu a atividade junto dos alunos do 1º ciclo. As atividades decorreram ao ar livre e a escritora, além da “Festa dos Cravos” apresentou um segundo livro, “Aristides de Sousa Mendes, o semeador de estrelas”, tal era a curiosidade dos alunos e a pertinência do tema.
Foram dias de muitas partilhas e muitas aprendizagens sobre a importância da Liberdade e dos direitos humanos e individuais, que devemos ter diariamente presentes.
Viva o 25 de abril!







































