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Cada um de nós é uma soma. Tem sangue do nativo e do migrante; do europeu e do africano; do branco e do negro; e de todas as outras cores humanas. Lídia Jorge
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PRÉMIO Cerimónia de entrega do Prémio Ibero-Americano da OEI de Cooperação para o Desenvolvimento | Categoria Cultura
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Mariano Jabonero, Secretário-Geral da Organização de Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), entregou, no dia 21 de maio, juntamente com a Ex-Ministra da Cultura, Dalila Rodrigues, o Prémio Ibero-Americano da OEI de Cooperação para o Desenvolvimento | Categoria Cultura ao Plano Nacional das Artes (PNA). Nesta edição inaugural do Prémio, o PNA foi distinguido na área da Cultura, em reconhecimento pelo seu projeto inovador, que tem inspirado outros países da região, tornando as artes mais acessíveis, sobretudo a crianças e jovens, promovendo a inclusão e a criação cultural nas comunidades educativas, incentivando o compromisso cultural das comunidades e organizações, e desenvolvendo redes de colaboração e parcerias com entidades públicas e privadas. Em 2020, a OEI e o PNA celebraram um protocolo de colaboração, no âmbito do qual promovem a articulação entre educação e cultura, através de residências artísticas nas escolas. Todos os anos, a OEI tem vindo a apoiar a dinamização destas residências, que já se realizaram em vários pontos de Portugal, com mais de 1400 alunos envolvidos.
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PROTOCOLOS Compromisso de Impacto Social das Organizações Culturais
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No próximo dia 1 de julho, a Museus e Monumentos de Portugal, E.P.E., a Fortaleza de Sagres, o Museu José Malhoa, o Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, o Museu Nacional de Conímbriga, o Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo e o Museu Nacional Resistência e Liberdade formalizam a sua adesão ao Compromisso de Impacto Social das Organizações Culturais (CISOC). Trata-se de uma medida de política cultural dirigida às organizações do setor, inscrita pelo Plano Nacional das Artes no seu Plano Estratégico. Os seis museus e monumentos juntam-se a este compromisso, reforçando-o, após a adesão do Museu Nacional Soares dos Reis a 4 de junho de 2024. A cerimónia de assinatura dos protocolos de adesão ao CISOC decorrerá no Museu Nacional de Conímbriga no dia 1 de julho, às 12h00, e reunirá os diretores dos museus e monumentos aderentes, bem como o presidente da MMP, E.P.E. e o comissário do Plano Nacional das Artes.
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OUVIR OS JOVENS MMP e PNA unem-se para ouvir os jovens sobre o futuro dos museus
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A Museus e Monumentos de Portugal (MMP) e o Plano Nacional das Artes juntaram-se na celebração do Dia Internacional dos Museus de 2025, com o tema “O Futuro dos Museus em Comunidades em Rápida Mudança”. O objetivo é entender a visão da Geração Z (dos 18 aos 30 anos) sobre o papel dos museus, abrangendo a sua missão, comunicação e relevância de património. Após a aplicação do modelo de auscultação “Mandar a quem manda”, que envolveu 350 jovens em 10 países europeus, o PNA e a MMP procuram uma cultura mais democrática e centrada na juventude. O programa, inspirado na Adenda dos Jovens à Carta do Porto Santo e desenvolvido pela socióloga Carlota Quintão, utiliza um método qualitativo e participativo que promove a cidadania global e cultural, incluindo vozes frequentemente excluídas dos processos de decisão. Durante 12 meses, o PNA e a MPP trabalharão juntos para criar um itinerário participativo, que atenda às aspirações de uma geração conectada às tecnologias digitais e à diversidade. Este projeto posiciona os museus como agentes de transformação social e promove uma cidadania cultural ativa, reforçando a democracia por meio da participação cultural.
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PARCERIA PROGRAMA DESCOLA
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O lançamento da temporada 25.26 terá lugar no próximo dia 10 de julho, na Biblioteca Palácio Galveias. Esta nova temporada apresenta um conjunto renovado de atividades, pensadas especialmente para alunos e professores, com o objetivo de estimular a motivação e a proatividade dos jovens. A programação para o próximo ano letivo foi desenhada assumindo o papel central dos jovens enquanto agentes culturais ativos e dando-lhes espaço para se tornarem cocriadores das atividades que lhes são destinadas. Assim, pela primeira vez, atividades do programa passam a incorporar, na iniciativa DESCOLAR Com, a voz ativa dos alunos. Destacamos também a 2.ª edição do Ciclo de Conversas Ponto de Partida, dedicado à cultura, arte e democracia cultural, cuja programação foi desenhada em conjunto com os jovens.
Para mais informações, contacte: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
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ENCONTRO IV Encontro das Escolas Portuguesas no Estrangeiro
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Foi em maio que decorreu, no Colégio S. Francisco de Assis - Luanda, em Angola, o IV Encontro das Escolas Portuguesas no Estrangeiro (EPE), promovido pela Direção-Geral da Administração Escolar. Estiveram reunidos representantes das várias EPE, membros do Conselho Nacional de Educação e do Ministério da Educação, Ciência e Inovação. O comissário do Plano Nacional das Artes, Paulo Pires do Vale, inaugurou o encontro com a conferência Serviço de abastecimento da palavra: a língua portuguesa como bem comum. O encontro promoveu a participação ativa das EPE, refletindo sobre a cooperação internacional, a colaboração e o incentivo de intercâmbios pedagógicos. Para fortalecer sinergias no contexto transnacional, o encontro consciencializou os participantes para a importância das redes colaborativas na partilha de práticas e recursos, no desenvolvimento de projetos, na inovação curricular e na formação contínua de docentes e agentes educativos. Ao estimular a reflexão sobre estratégias sustentáveis de cooperação internacional, este evento torna-se um espaço estratégico de co-construção.
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FORMAÇÃO Memórias Difíceis e Descolonização em Portugal
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Sabemos que muitos temas ligados à história colonial e à Guerra Colonial são ainda hoje difíceis de ensinar: envolvem dor, memórias silenciadas, ressentimentos, perdas e sentimentos como vergonha ou culpa histórica. A formação ajuda os docentes a trabalhar estas questões com os alunos, em contextos pedagógicos formais e não formais, respeitando diferentes perspetivas, incentivando o pensamento crítico e plural, e valorizando a expressão artística e biográfica como meios pedagógicos. Esta formação, ainda com vagas, resulta de uma parceria entre o Plano Nacional das Artes, a Associação de Professores de História (APH), o Instituto Paulo Freire de Berlim e a Fundação Körber e destina-se a professores de História dos 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário, com acreditarão pela APH, e aos docentes dos restantes disciplinares, sem acreditação. Combina intervenções de investigadores e especialistas reconhecidos com oficinas práticas, nas quais os participantes exploram formas participativas de ensino.
Datas presenciais: Formação de Coimbra: 01, 02 e 03 de julho de 2025 | Formação do Porto: 09, 10 e 11 de julho de 2025 | Opcional: Inclui 4 a 5 sessões online de acompanhamento ao longo de 8 meses.Informações e inscrição aqui.
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MOCHILA CULTURAL Os monstros saem ao jardim
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Na Escola Secundária São Pedro, em Vila Real, antigas máquinas das oficinas, repletas de história e memória, renasceram através da imaginação dos alunos como criaturas fantásticas que invadiram os jardins da escola. Estes monstros, fragmentos do passado, moldados pela arte e pela coragem de enfrentar o medo, habitam a fronteira entre o real e o imaginário, oferecendo uma surpreendente metamorfose. Não rugem… Sussurram. Transformam-se em metáforas visuais do nosso interior, revelando aquilo que muitas vezes ocultamos, mas que a arte é capaz de mostrar. Em cada forma retorcida, há uma pergunta. Em cada olhar metálico, um reflexo. Quando o medo encontra a arte, o silêncio é quebrado, pois a arte dá voz ao que o medo silencia e ilumina o que este esconde. Reveja a Mochila aqui.
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CELEBRAÇÃO Um Dia para Camões
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O Plano Nacional das Artes participou na iniciativa “Um Dia para Camões”, coordenada pela professora Micaela Ramon da Universidade do Minho, em parceria com o Município de Braga, a Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva e a Rede de Bibliotecas Escolares. Realizado a 5 de maio, Dia da Língua Portuguesa, o evento celebrou a poesia de Camões, integrando as comemorações do V centenário do seu nascimento. Durante 12 horas, Braga ofereceu um programa cultural diversificado, com teatro, música, poesia e atividades educativas. A abertura, na Praça Braga 25, contou com o espetáculo "Miscelânea de Camões", protagonizado por alunos da Escola EB1 do Carandá, do AE André Soares. O comissário para as comemorações dos 500 anos de Camões, José Augusto Bernardes, felicitou o enorme envolvimento do público escolar. O evento incluiu ainda leituras públicas, uma Marcha da Leitura, oficinas criativas, um recital de poesia com Pedro Lamares e uma conferência com Isabel Rio Novo, transformando Braga num vibrante palco cultural.
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EXPOSIÇÃO TEIAS ESCOLAS CRIATIVAS
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No passado dia 14 de maio, realizou-se no New Hand Lab (NHL) a inauguração da exposição TEIAS ESCOLAS CRIATIVAS, em parceria com o Plano Nacional das Artes, onde foram apresentados os trabalhos desenvolvidos por alunos da Escola Secundária Campos Melo, Covilhã, da Escola Profissional Agrícola Quinta da Lageosa, Aldeia do Souto, da Universidade da Beira Interior, Covilhã, do Agrupamento de Escolas Frei Heitor Pinto, Covilhã, da Escola Secundária Quinta das Palmeiras, Covilhã, e do Agrupamento de Escolas da Sé, Guarda, no âmbito do projeto TEIAS CRIATIVAS 2025 – Trienal Internacional de Design da Covilhã. O evento de inauguração, que contou com a presença do comissário do PNA, Paulo Pires do Vale, teve início com uma visita à exposição TEIAS CRIATIVAS, onde foram apresentados os resultados das residências de design e do envolvimento criativo da comunidade. A seguir, aconteceu a inauguração oficial dos trabalhos realizados pelos alunos, fruto das oficinas criativas conduzidas por artistas e designers internacionais em residência no NHL, como por exemplo, Anna Unterholzner (ARU), Susana Cereja, Cybele Mendes e Kristina Nikolova. Este projeto, criado pelo NHL, é cofinanciado pela DGArtes e conta com o apoio principal da Trienal de Design Covilhã 2025 e institucional do Turismo Centro de Portugal, do Município da Covilhã, da Covilhã Cidade Criativa, da Ideias Emergentes e da Faculdade de Artes e Letras da Universidade da Beira Interior.
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RESIDÊNCIA ARTÍSTICA Dançando com a Diferença
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O projeto Dançando com a Diferença teve o seu início em 2001, como uma iniciativa piloto na Região Autónoma da Madeira, com o objetivo de implementar atividades de dança inclusiva, que eram inexistentes na região. Após vários anos de desenvolvimento, o projeto evoluiu e passou a integrar uma companhia profissional, cujo principal objetivo é unir em palco pessoas com e sem deficiência. Sob a Direção Artística de Henrique Amoedo, a companhia consolidou-se, ao longo de mais de 15 anos de atuação, como uma referência no âmbito nacional e internacional das artes contemporâneas. Com a missão de promover a inclusão social e cultural por meio da dança e de transformar a perceção social sobre as pessoas com deficiência, abrindo espaço para a diversidade humana no universo da criação contemporânea, a DcD fomenta o potencial criativo e produtivo dos grupos inclusivos, incentiva o trabalho em equipa e estimula a evolução das sociedades em direção à valorização das capacidades, combatendo a discriminação e promovendo a inclusão de pessoas com deficiência. A Dançando com a Diferença realizou por todo o país, durante este ano letivo, e com o apoio de vários municípios e/ou outras entidades,17 programas "Dançando Crio um mundo", com a duração de uma semana, em cada uma das escolas da rede do Plano Nacional das Artes que acolheram a iniciativa.
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CURSO Histórias Difíceis, Legados Difíceis
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Depois do êxito da 1.ª edição, a Fundação Calouste Gulbenkian e o Slave Wrecks Project associam-se ao Museu Smithsonian de História e Cultura Afro-Americana para apresentar duas novas sessões do curso Histórias Difíceis, Legados Difíceis – 30 de junho a 4 de julho | 7 a 11 de julho. Dirigido a professores, formadores e mediadores, este curso teórico-prático contextualiza o papel de Portugal no comércio transatlântico de pessoas escravizadas, procurando desconstruir alguns preconceitos ainda enraizados na memória portuguesa. O curso conta com a participação de académicos portugueses, norte-americanos e brasileiros, que têm vindo a trabalhar a temática, permitindo uma leitura comparada entre as abordagens pedagógicas em Portugal, nos Estados Unidos e no Brasil. Cada edição tem a duração de uma semana e termina com uma conversa pública. O curso é acreditado pelo Centro de Formação Professor João Soares.Saber mais aqui.
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Atividades desenvolvidas no âmbito do Plano Cultural de Escola.
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