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Contar e Cantar Abril no Agrupamento de Escolas Figueira Mar
O desafio era CONTAR e CANTAR abril porque, bem vistas as coisas, é sempre ou, porventura, cada vez mais necessário. O desafio era superar expectativas e mostrar que são sempre capazes. Fizeram-no com um sorriso nos lábios e muitas lágrimas de felicidade no final.
“A Fábula dos Feijões Cinzentos: 25 de abril como quem conta um conto”, de José Vaz, adaptada pelos professores Ana Bela Cruz, Cecília Simões, José Tenreiro e Vítor João Oliveira, foi o mote para recordar alegoricamente não apenas 49 anos de liberdade, mas 48 anos de ditadura porque, é verdade, “ontem apenas fomos a voz sufocada”. Desta forma, os “feijões” Ana Rita, Beatriz, Clara, Cristiana, Íris, Leonor, Mariana, Nuno, Tatiana Espada, Tatiana Silva, Rafael, Samuel e Vânia, e as “feijocas” [e professoras] Maria Isabel Tomé, Eugénia Tavares e Odete Cabete cantaram que são livres de voar, de crescer, de dizer e que não voltarão atrás.
Os “feijões” e as “feijocas” evocaram a data mais importante da história portuguesa moderna e, dessa forma, mostraram que não pode ser mera efeméride porque nem todas as conquistas de abril são dados adquiridos, porque a democracia é frágil, porque os populismos e extremismos andam sempre por aí e porque todos sabemos quão facilmente a história se repete. Afinal, a natureza humana nunca muda.
Por isso, o Agrupamento de Escolas Figueira Mar, no dia 3 de maio, apresentou este espetáculo teatral e musical, no Auditório do Museu Municipal, completamente lotado de alunos da Escola Secundária Dr. Bernardino Machado, lembrando o 25 de abril, para que haja sempre alguém que resiste, alguém que diz não.










































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